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No mês de abril, o Blog do Câncer terá como foco o combate ao câncer de testículo, um tumor menos frequente, mas que carrega um índice alto de casos  em pessoas jovens. Um dos fatores que contribui para o aparecimento deste tipo de câncer é a criptorquidia, que ocorre no testículo que não desce para a bolsa escrotal.

5%  dos tumores malignos que ocorrem nos homens estão localizados nos testículos. Atingindo homens, principalmente, entre 15 e 50 anos de idade, o câncer é considerado raro, tendo uma incidência de três a cinco casos para cada grupo de 100 mil indivíduos.

Pelo fato de ter maior incidência em pessoas jovens e sexualmente ativas, o câncer de testículo pode ser confundido com inflamações, geralmente, transmitidas sexualmente. Contudo, se não houver melhora do inchaço ou sintomas com a medicação, recomenda-se procurar novamente o médico. Quando detectado precocemente, o câncer de testículo tem altas chances de cura.

Sintomas
O principal sintoma da doença é o aparecimento de um nódulo duro, geralmente indolor, de tamanho aproximado ao de uma ervilha. Caso você encontre algo parecido, procure imediatamente um urologista. É importante também ficar atento às alterações do testículos, como o aumento ou diminuição do tamanho, sangue na urina etc.

Prevenção
O principal método de prevenção é o auto-exame dos testículos, que deve ser realizado mensalmente.

Tratamento
O tratamento inicial é cirúrgico e ocorre por meio de um pequeno corte no abdome, quando se expõe o testículo e a biópsia é realizada. O resultado do material retirado é feito no momento da cirurgia. Em casos de positividade para câncer,  testículo que não afeta a função sexual ou reprodutiva do paciente é retirado. O tratamento também dependerá de outras informações que identifiquem a presença ou a possibilidade de disseminação da doença para outros órgãos. O tratamento posterior poderá ser cirúrgico, radioterápico, quimioterápico ou através de controle clínico.