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Nos últimos 24 anos, a Clínica de Redução de Estresse da Universidade de Massachusetts monitorou 14 mil portadores de câncer, AIDS, dor crônica e complicações gástricas. Os técnicos descobriram que, submetidos a sessões de meditação que alteraram o foco de sua atenção, os pacientes reduziram o nível de ansiedade e diminuíram ou abandonaram o uso de analgésicos. Isto significa que eles aprenderam a entender a dor, em vez de combatê-la. Segundo o diretor da clínica, as queixas de dor diminuíram em média 40%.

Estudos realizados na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, acrescentaram que meditar também contribui para a ação do sistema imunológico, que defende o organismo contra o ataque de bactérias, vírus e outros germes. A pesquisa comparou dois grupos de voluntários, um constituído de pessoas que meditavam havia alguns meses e o outro de pessoas que não praticavam a meditação.

Os dois grupos foram submetidos a vacinas contra gripe. O resultado demonstrou, ao longo de algumas semanas, que os praticantes de meditações apresentaram um número bem maior de anticorpos, sugerindo que seus sistemas de defesa estavam mais ativos.

Durante um encontro da Associação Americana de Urologia, foi anunciado que a meditação ajuda a conter o câncer de próstata, enquanto alguns pesquisadores também relataram que mulheres com câncer de mama tiveram elevação no nível de células imunológicas, que combatem tumores, quando passaram a meditar.