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Caracterizado por um tumor maligno originário dos melanócitos, o melanoma ocorre em partes como a pele, os olhos, as orelhas, genitais etc. A doença apresenta alto índice letal por ter a capacidade de invadir qualquer órgão e criar metástases.

Estima-se que, a cada ano, sejam diagnosticados mais de seis mil novos casos, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). O melanoma tem quatro tipos principais. O mais comum é o melanoma extensivo superficial, mas também existe o nodular, o lentigo maligno e o lentiginoso acral.

Causas

A doença é caracterizada pelo desenvolvimento desordenado das células produtoras de melanina (melanócitos) que dão cor à pele. Ainda não está claro como os danos ao DNA das células da pele podem ocasionar o melanoma. Alguns especialistas acreditam que a exposição à radiação ultravioleta (UV) e as câmaras de bronzeamento são as principais causas.

Além da exposição solar, existem também outros fatores de risco, como:

– Idade e sexo

– Características da pele (pessoas com pele mais clara têm mais chances de desenvolver a doença)

– Histórico familiar

– Imunidade enfraquecida

Sintomas

Um dos primeiros sinais ou sintomas do melanoma é a mudança ou desenvolvimento de manchas ou pintas na pele, que podem incluir coceira, sangramento ou não cicatrização da área. No entanto, as aparências do melanoma podem variar bastante, de modo que a consulta com um dermatologista, em casos incomuns, torna-se fundamental.

Diagnóstico

Após a avaliação clínica, o médico poderá solicitar exames como a biópsia, a dermatoscopia, microscopia confocal ou exames de imagem.

Tratamento

Dependendo do estágio, tamanho, tipo e condições de saúde do paciente, o tratamento poderá ser diferente. Entre as principais alternativas, estão a cirurgia de remoção dos tumores, quimioterapia, radioterapia, imunoterapia e terapia biológica.