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Um dos principais eventos de moda do mundo, a New York Fashion Week, recebeu na passarela mulheres que, além de muita beleza, têm muita coragem e força para nos inspirar. Elas sobreviveram ao câncer de mama e contam suas histórias cheias de atitude.

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Essas mulheres foram convidadas pela marca AnaOno, que foi fundada em 2014, com o objetivo de criar peças íntimas e lingeries para mulheres que passaram pela mastectomia, reconstrução de seio ou qualquer outro tipo de cirurgia após o diagnóstico de câncer de mama. A dona da marca, Dana Donafree, também perdeu ambos seios aos 27, na luta contra a doença. O lucro gerado pela venda é revertido para a organizaçãoo #Cancerland, que atende pacientes.

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As modelos do momento tinham idades variadas, e mostraram as marcas da batalha em seus corpos. Algumas chegaram até a tirar os sutiãs. Ericka Hart, escritora e performer, estava na passarela, fala abertamente sobre sua doença e sempre posa de topless para incentivar outras mulheres negras e fazer com que elas não se sintam sozinhas. “Até hoje o meu cirurgião plástico me pergunta se eu quero mamilos. Não quero. Nem mesmo em tatuagem. Porque eu reivindiquei as cicatrizes que atravessam os seus seios como meus mamilos.”. Ela diz, ainda, em vídeo: “Quero acabar com o mito de que se você tiver cicatrizes no lugar de mamilos você não é sexy.”.

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A professora Chiaro D’Agostino, de 45 anos, diagnosticada no ano passado, também desfilou e diz: “Eu me senti muito poderosa porque estou cansada de sentir vergonha de ter câncer e não ter seios como uma mulher. Se eu tenho mamilos ou seios ou não, eu sou uma mulher.”.