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A morte do jornalista Marcelo Rezende chama a atenção para o câncer de pâncreas, tipo pouco comum da doença, responsável por cerca de 2% de todos os casos de câncer diagnosticados no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca).

É um tipo raro antes dos 30 anos e se torna mais comum a partir dos 60, registrando maior incidência entre os homens. O diagnóstico da doença é difícil, o que faz com que seja descoberta em estágio avançado. Em razão disso, o câncer de pâncreas representa 4% do total de mortes por câncer no Brasil, de acordo com o Inca.

O tabagismo e o uso excessivo de bebidas alcoólicas são os principais fatores de risco da doença. Já os sintomas mais comuns do câncer de pâncreas são perda de peso e de apetite, além da icterícia, caracterizada pelo amarelado nos olhos, com alteração na coloração da urina e das fezes.

O diagnóstico pode ser feito por exame de sangue e de imagem, como ultrassonografia abdominal, tomografia e ressonância. Como em outros cânceres, a descoberta precoce da doença aumenta as chances de tratamento.