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Tag Archives: câncer de mama

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Um mundo rosa contra o câncer de mama

Outubro Rosa é mundialmente consolidado como o mês de atenção e prevenção do câncer de mama. Todo ano há uma mobilização internacional de apoio a esta luta. Uma das formas mais populares de aderir a causa é com a iluminação cor-de-rosa em grandes monumentos e prédios.

Paris, São Paulo, Milão, Roma e Washington são algumas das cidades que se vestiram de rosa em nome do combate à doença.

Confira fotos:

Catedral de Milão

Catedral de Milão

 

Prefeitura e Viaduto do Chá, em São Paulo

Prefeitura e Viaduto do Chá, em São Paulo

 

Palazzo Senatorio, em Roma

Palazzo Senatorio, em Roma

 

Casa Branca, em Washington, D.C.

Casa Branca, em Washington, D.C.

 

Torre Effeil, em Paris.

Torre Effeil, em Paris.

Fotos: Reprodução

 

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Hospital HSM, no Pará, oferece diversas oficinas no Outubro Rosa

O Hospital HSM, do Pará, uma das principais referências em oncologia do Norte do Brasil, realiza todo ano uma programação especial para o Outubro Rosa. Este ano, as atividades prometem ser diversificadas e começaram nesta quarta, 4, com a oficina de turbantes.

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Na luta contra o câncer, as mulheres não só podem como devem manter um visual elegante e moderno. Por isso, o resgate da autoestima e a valorização pessoal foram o foco da oficina, ministrada por Angélica Albuquerque. O propósito da programação do Outubro Rosa é reunir mulheres que já passaram pelo câncer e aquelas que estão em tratamento, para que juntas possam trocar experiências vividas e socializar alternativas de looks que utilizaram para minimizar os efeitos que tanto abalam a autoestima das pacientes.

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Durante a oficina de trubantes, as pacientes receberam dicas de diversas formas de amarrar lenços e turbantes. Foi um momento de muita descontração que contou com a participação de cerca de 30 mulheres, entre pacientes e acompanhantes.

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Outros encontros acontecerão durante este mês, nos dias 11 e 18, a partir das 9h, no setor de quimioterapia do Hospital, em Belém. Dia 11 será uma oficina de maquiagem e dia 18, de fotografia.

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Paciente que usou música do Red Hot Chilli Peppers como incentivo para tratamento conseguiu autorização para ir ao Rock In Rio

Sara Correa, 26 anos, é publicitária e mora em Florianópolis. No início deste ano, ela recebeu o diagnóstico de câncer de mama. Ainda em janeiro, raspou os cabelos por conta da quimioterapia. E a música que escolheu para embalar o momento foi “Dark necessites”, do Red Hot Chilli Peppers.

A garota é fã da banda e, desde o ano passado, já tinha o ingresso comprado para o show deles no Rock In Rio, que aconteceu no último domingo, dia 24. Ela lembra que, ao começar o tratamento contra o câncer, o médico advertiu que talvez ela não conseguisse ir ao show.

Ela lembra: “Pensei que colocar a música que eu mais gosto deles para raspar o cabelo ia me dar força para chegar ao final do tratamento e poder ouvi-la ao vivo. Esta letra me inspira muito”.

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No dia 28 de agosto, após a última sessão de quimioterapia, Sara conseguiu autorização médica para viajar com uma amiga e ver o show. Ela lembra que a inspiração da música foi determinante para que tivesse forças. Um dos versos da canção diz: “A escuridão nos ajuda a brilhar”. E outra estrofe fala:

“Um nó que está girando em torno do meu coração é como
Um pouco de luz e uma pitada de escuridão, você foi
Surpreendido por um ataque do zodíaco
Mas eu vejo o seu brilho
Aproveite a brisa e vá
Acompanhando cada sopro e vá embora
Oh, o que me diz?
Yeah”

Sara ainda precisa fazer uma cirurgia para a retirada do tumor, mas tudo está mais fácil com o sucesso da quimioterapia.  “O pior já passou”, comemora.

Com informações de: G1

 

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Saiba quais os tipos de câncer mais comuns entre as mulheres

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Ainda hoje o câncer é considerado uma doença que desperta medos e desesperos para as pessoas diagnosticadas, mesmo sendo uma doença muito comum nos dias atuais.

Dia 28/05 é o Dia Internacional pela Saúde da Mulher. Uma data para nos lembrar sempre que devemos estar em dias com nossa saúde e procurar um médico ao menor sinal de quebra de rotina do seu corpo. Por isso, nesta data fazemos um alerta às mulheres sobre o risco do câncer e sobre a necessidade da detecção precoce para evitar complicações.

Para você ter uma ideia, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a doença é a segunda causa de morte natural no país. Na sua frente estão apenas os problemas cardíacos.

Os cânceres de mama, ovário, pele, útero e colorretal são os que se manifestam com mais frequência nas mulheres. Por tanto, para esclarecer melhor cada um e alertar sobre seus riscos, separamos algumas informações sobre eles.

Câncer de mama

É mais comum após os 30 anos, sendo ainda mais frequente a partir dos 50 anos. A mamografia é o exame indicado para detecção da doença, principalmente a partir dos 40 anos. Um dos hábitos que os médicos estimulam é o autoexame dos seios. Você pode examinar seus seios rotineiramente, usando os dedos para vasculhar, delicadamente, as mamas. Se você notar um espessamento da pele das mamas, secreção saindo dos mamilos ou nódulos, procure seu médico imediatamente.

Saiba que aproximadamente 1 em cada 5 sobreviventes do câncer no mundo diagnosticados nos últimos cinco anos é uma mulher que teve câncer de mama.

Câncer colorretal

O segundo tipo de câncer que mais acomete mulheres no Brasil é o de cólon (uma parte do intestino grosso) e do reto. Os tumores crescem na região a partir de pólipos, um tipo de lesão que geralmente não evolui para o câncer e que é facilmente tratável. Fique atenta para dores no estômago e diarreias constantes, além de sangramentos nas fezes.

Câncer do colo do útero

Como é causado pela infecção persistente pelo vírus HPV, o governo brasileiro tem investido em vacinas contra o vírus para prevenir novos casos. A infecção persistente pelo HPV é responsável por quase todos os cânceres de colo do útero e por inúmeros outros cânceres: vulva, vagina, ânus, pênis e orofaringe.

Muitas mulheres são infectadas pelo HPV, mas não desenvolvem câncer. Em outros casos, entretanto, há alterações nas células do útero, que podem evoluir para a doença. Evite o câncer do colo do útero fazendo exames de Papanicolau, que pode detectar essas alterações e possibilitar o tratamento no início. As chances de cura são altas, sobretudo nos primeiros estágios da doença.

 

Câncer de pele não melanoma

Talvez por causa do sol intenso, o câncer de pele é o mais comum no Brasil. É mais comum em quem tem mais de 40 anos e em pessoas com a pele muito clara, que não se protegem adequadamente dos raios solares. Previna-se evitando os horários em que o sol está mais forte (das 10h às 16h), usando o protetor solar adequado ao seu tom de pele.

Câncer de ovário

Ele é considerado o câncer ginecológico mais difícil de ser diagnosticado e também o mais fatal. Mulheres com histórico de outros casos de câncer na família, que tenham tomado estrogênio por mais de dez anos e que nunca tiveram filhos podem fazer parte do grupo de risco. Consulte o seu ginecologista para saber quais são as melhores medidas preventivas, já que o exame Papanicolau não detecta o câncer de ovário.

Segundo o Inca, no Brasil, a estimativa para 2016 é de 6.150 mulheres diagnosticadas com a doença, e ao menos 3.330 mortes. Os sintomas do câncer de ovário são discretos e tardios, ou seja, costumam aparecer apenas quando a doença já está em estágio avançado e espalhou-se por boa parte do aparelho reprodutor.

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Reconstrução mamária eleva autoestima após câncer de mama

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A mama é muito importante para a mulher e símbolo de feminilidade. Muitas mulheres acometidas com o câncer de mama precisam retirá-la e é neste momento que se torna necessária a reconstrução da mama. A finalidade da reconstrução mamária não é somente restituir a integridade corporal, mas também recompor a imagem psíquica comprometida por problemas de auto-imagem, aceitação social, dificuldades sexuais e na vida a dois.

Do ponto de vista oncológico, é cada vez mais aceita a necessidade da reconstrução mamária, incluindo alguns casos de mulheres com metástases. Vários estudos sugerem que a reconstrução não acarreta risco adicional de recidiva local ou reaparição da doença.

A reconstrução mamária completa é necessária quando pacientes acometidas com câncer de mama realizam a mastectomia, que é a retirada de toda a glândula mamária juntamente com a pele e o complexo areolo-papilar (bico). Em alguns casos, consegue-se fazer uma mastectomia mais “conservadora”, poupando-se a pele ou o complexo areolo-papilar. As indicações de mastectomia estão relacionadas à extensão da doença, à localização do tumor e ao tamanho da mama da paciente. “Quando se fala de tratamento de câncer, o mais importante é a segurança oncológica, isto é, a ressecção do tumor com margens livres. Em mamas pequenas, tumores grandes ou com localização desfavorável, muitas vezes a única alternativa é a retirada completa da mama, mas cada caso deve ser avaliado individualmente. Outra indicação de mastectomia é a cirurgia profilática (preventiva) em pacientes sem doença, mas com risco muito aumentado de desenvolver câncer de mama. Nesse caso, tenta-se preservar a pele e o complexo areolo-papilar, fazendo-se a reconstrução imediata”, analisa a Dra. Camila Loureiro, mastologista do Hospital HSM.

Em nível estritamente cirúrgico, o objetivo da reconstrução é tornar a mama acometido mais parecida em tamanho, forma, consistência, mobilidade e grau de naturalidade com seu par contralateral. “A reconstrução mamária pode ser feita a partir de tecidos do próprio corpo da mulher ou a partir de expansores ou próteses definitivas. Cada caso deve ser individualizado para a escolha da melhor técnica”, ressalta a médica. É possível fazer a retirada da mama e a reconstrução numa única cirurgia, é a chamada reconstrução mamária imediata.

Um exemplo de superação no tratamento é de Maria Risonilda Modesto, de 48 anos. No início de 2015 ela descobriu, através da mamografia, um câncer de mama, em estágio inicial, o que permitiu que conseguisse a cura através do tratamento. Mas Risonilda precisou realizar a mastectomia para retirada total da mama esquerda. “Quando recebi a notícia da retirada da mama fiquei muito assustada, a princípio não queria aceitar, entrei em depressão e até tentei me matar, mas com a ajuda dos profissionais do hospital e da família consegui superar. Hoje, depois de curada, estou ansiosa para realizar a construção mamária, que está marcada para julho”, relembra Risonilda.

É importante lembrar que tabagismo, obesidade, além de algumas patologias clínicas como Diabetes Mellitus, Esclerodermias, Vasculopatias, entre outras, podem contra-indicar a reconstrução, tanto imediata, quanto tardia, devido ao risco de resultados insatisfatórios.
Para grandes mamas e grandes defeitos é melhor a combinação da ressecção oncológica e técnicas de cirurgia plástica, a chamada Oncoplástica. Caso se opte por esta abordagem, o ideal é se realizar a simetrização da outra mama no mesmo momento.

A reconstrução da aréola e mamilos pode ser realizada ao mesmo tempo ou num segundo tempo em relação à reconstrução do volume mamário. A aréola é facilmente reconstituída com enxerto de pele proveniente da outra aréola ou com pele da face interna da coxa ou região inguinal. Bons resultados também são obtidos com tatuagem.