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Tag Archives: câncer de mama

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Anticoncepcional com doses elevadas de estrogênio aumenta risco de câncer de mama

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Uma pesquisa do Centro de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson, nos Estados Unidos, cujos dados foram divulgados pelo jornal Daily Mail, deixou as mulheres que tomam pílula anticoncepcional em estado de alerta. Segundo o estudo, o público feminino que usa o medicamento contraceptivo tem risco 50% maior de desenvolver câncer de mama em aquelas que nunca lançaram mão dela ou pararam o uso. Os cientistas analisaram dados de 23 mil voluntárias, sendo que 1.102 foram diagnosticadas com a doença entre 1990 e 2009 e o restante estava saudável.

O risco 50% maior é um dado geral e o específico de cada medicamento varia de acordo com sua formulação. Os que contêm doses elevadas de estrogênio quase triplicaram as chances (2,7 vezes), enquanto os com dose moderada as elevaram em 1,6 vezes. Baixas doses não representaram problemas. “Os níveis de estrogênio na pílula combinada têm diminuído ao longo dos últimos 30 anos”, disse Caroline Dalton, do Breakthrough Breast Cancer. Sarah Williams, do Cancer Research UK, acrescentou que as mulheres não devem parar de tomar a pílula com base neste estudo, que precisa ser aprofundado, e devem discutir qualquer preocupação com um médico.

Fonte: Terra

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Mito ou Verdade: O autoexame garante um diagnóstico seguro do câncer de mama?

Neste novo episódio, abordamos um tema que ainda é motivo de dúvida para muitas pessoas, que é a eficácia do autoexame.

Através dele é freqüente a descoberta de doenças da mama, como alterações funcionais benignas, ou mesmo um câncer de mama.

Apesar de ser um procedimento recomendado, será que ele é suficiente para detectar a existência de um tumor nos seios?

Assista agora o depoimento de um oncologista clínico sobre o assunto:

Lembre-se de que 80% dos nódulos mamários são benignos e apenas uma pequena porcentagem de secreções está relacionada ao câncer.

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Mito ou Verdade: O Câncer de mama só atinge mulheres a partir dos 40 anos?

O câncer de mama é o câncer que mais atinge o público feminino e é o segundo tipo mais frequente no mundo.

A principal forma de prevenção é o diagnóstico precoce através da mamografia, que não deve ser substituída apenas pelo autoexame nas mamas.

Abordando essa temática, trazemos mais um episódio dos “Mitos e Verdades sobre o Câncer”.

Mito ou Verdade: O Câncer de mama só atinge mulheres a partir dos 40 anos?

A idade é não é um fator determinante para a incidência do câncer em pessoas de qualquer idade. Outros fatores como alimentação, herança genética e fatores externos também podem causar o câncer.

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Força, delicadeza e feminilidade

Ensaio fotográfico com mulheres que tiveram câncer de mama emociona

Foto: Reprodução

Não é segredo que, para vencer o câncer de mama, é preciso muita força. As mulheres precisam incorporar verdadeiras deusas, para lutar contra a doença. E foi inspirada nesse contexto que a fotógrafa norte-americana Charise Isis criou o projeto “Grace”. A ideia é mostrar mulheres que passaram por tratamento contra o câncer de mama e precisaram realizar a mastectomia (retirada parcial ou total da mama) em poses semelhantes a de deusas retratadas em esculturas da Grécia ou Roma antiga, como a Vênus de Milo ou Vitória de Samotrácia. “Eu uso esculturas helenísticas livremente como referência para os retratos. Esses artefatos desmembrados sobreviveram ao trauma da história e ainda são vistos como objetos de beleza em nossa cultura”, afirmou a fotógrafa.

Confira algumas fotos do projeto:

Foto: Reprodução

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Foto: Reprodução

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Foto: Reprodução

 

Foto: Reprodução

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Fonte: Hypeness

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Câncer de Mama: as novas armas de combate e a gravidez depois da doença

O Brasil deve registrar 57 mil novos casos este ano

Foto: Reprodução

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é a neoplasia que mais atinge o público feminino. As estimativas para este ano são de 57 mil novos casos, no Brasil. É o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo, respondendo por 22% das novas ocorrências a cada ano entre as mulheres.Também segundo o Instituto, as taxas de mortalidade por câncer de mama ainda são elevadas, muito provavelmente porque a doença, ainda, é diagnosticada em estágios avançados.

O mastologista Guilherme Novita, membro da Sociedade Brasileira de Mastologia, afirma que apesar do aumento nos números de casos, o câncer de mama tem se tornado menos letal. A melhora no prognóstico é atribuída, principalmente, à detecção precoce e aos tratamentos mais eficazes. Ele ressalta que a principal forma de prevenção é o diagnóstico precoce através do exame da mamografia. “O autoexame, ou exame de toque, não substitui a mamografia e, aparentemente, não diminui a mortalidade. Enquanto a mamografia consegue detectar lesões de até 1 milímetro, o exame de palpação detecta apenas tumores com tamanho médio de 2 cm”, explica o médico,reforçando que a mamografia deve ser realizada anualmente por todas as mulheres a partir dos 40 anos.

O médico Guilherme Novita esteve em Belém no sábado, 26 de abril, participando  do 2º Simpósio de Mastologia, que foi realizado pelo Hospital HSM – Centro Avançado de Oncologia.  O  especialista abordou os temas “Atualidades em câncer de mama” e “Câncer de mama e gravidez”.

Técnicas para o tratamento

Guilherme Novita ressalta que já existem terapêuticas inovadoras para o tratamento do câncer de mama. Entre as técnicas mais avançadas estão as assinaturas genéticas, que analisam a informação genética do câncer e calculam o grau de agressividade da doença. “Sendo assim, podemos selecionar os casos que tem mais ou menos risco de morte ou metástases. Com isso, podemos evitar tratamentos agressivos em casos de bom prognóstico, pois eles seriam desnecessários. Já os tumores mais perigosos tendem a receber mais terapias”, esclarece.

Outro grande avanço são as medicações que atuam somente contra as células cancerígenas, as chamadas terapias alvo. Até então, o tratamento padrão (quimioterapia) ataca todas as células em duplicação, inclusive células normais, como as mucosas, cabelos e unhas.

Câncer de mama e gravidez

O mastologista explica que a gravidez após o câncer não muda o risco de recidiva da doença nem a chance de cura.

Por conta das medicações quimioterápicas, o especialista informa que ocorre interrupção da menstruação e da fertilidade em até 50% das mulheres. “Aquelas com menos de 35 anos podem recuperar a fertilidade após 5 ou 10 anos, mas infelizmente aquelas com 40 ou 45 anos não tem este tempo disponível”, diz. Em casos de câncer de mama em mulheres jovens e com desejo futuro de gravidez, o médico recomenda a realização de congelação de óvulos ou embriões, antes do início da quimioterapia.

Em geral, o tratamento em gestantes é o mesmo aplicado em mulheres que não estão grávidas. No entanto, o médico esclarece que existem alguns tratamentos que podem causar danos ao feto ou que não foram suficientemente testados. “Sempre que possível a radioterapia e o uso de algumas medicações devem ser evitadas”, orienta.

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Amor e fragilidade

 Filha fotografa os pais que faziam tratamento contra o câncer juntos.

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Em 2012 Nancy Borowick começou o projeto “Cancer Family”, uma coleção de fotos em preto e brando com Laurel, sua mãe, e Howard, seu pai, ambos diagnosticados com câncer. O álbum mostra os dois confortando um ao outro em momentos de muita compaixão e amor e, também, em momentos de vulnerabilidade e dor, como quando eles estão no hospital. Além disso, as fotos incluem momentos de alegria como quando ambos caminham com a filha até o altar, em seu casamento.

Laurel foi diagnosticada em setembro de 2011 com câncer de mama pela terceira vez e Howard foi diagnosticado com câncer de pâncreas. “De repente, eu tinha dois pais passando por esse processo. Eu queria passar mais tempo com os dois. Não há nenhuma maneira de saber quanto tempo alguém tem.” Nancy disse, ainda, que ela foi ver seus pais tanto quanto possível, sempre documentando tudo. Howard faleceu no dia 7 de dezembro de 2013. “Ele venceu as probabilidades. Ele viveu muito mais tempodo que as pessoas esperavam”, conta Nancy.

“Eu percebi o valor da vida. Eu vi-os viver o melhor que podiam sempre aproveitando os momentos que tínhamos juntos”, disse ela.

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Fonte: Razões para Acreditar

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Além do câncer: Projeto realiza ação com mulheres que lutam contra o câncer

Suelen, 28 anos, Juliana, 27 anos e Cristiane, 38 anos, são três mulheres que tem em comum um diagnóstico: câncer de mama.

Com vidas repletas de sonhos e com muita vontade de viver, viajar, e crescer, elas sempre quiseram mostrar a confiança que tem na vida, também, no rosto.

Assim, elas embarcaram no Projeto Conexões e de olhos fechados e sem espelho foram produzidas e maquiadas por profissionais. O resultado mais importante e emocionante de todos, no fim da ação, é um grande sorriso no rosto delas.

 

Foto: Reprodução

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Nova droga para tratamento do câncer de mama

Medicamento chega ao Brasil e promete substituir a quimioterapia 

Foto: Reprodução

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Uma nova droga que deve revolucionar o tratamento de câncer de mama e substituir a quimioterapia foi aprovada pela Anvisa. O Kadcyla (nome comercial do medicamento) representa uma grande esperança para os pacientes, pois a atuação do anti-corpo da droga é diretamente no DNA da célula tumoral.

José Luiz Pedrini, vice-presidente da Região Sul da Sociedade Brasileira de Mastologia, que participou dos estudos sobre a substância, diz que ela é composta por um anticorpo carregado com um quimioterápico. “Este complexo vai direto a célula cancerosa e uma vez dentro dela provoca sua morte. Portanto sua ação se faz somente no tumor, com poucos efeitos colaterais”, explica.

Além disso, a droga aumenta a sobrevida das mulheres com câncer de mama metastático tipo HER2 positivo, equivalente a 32% dos casos da doença. “Trata-se de uma droga revolucionária, com efeito espetacular sobre o câncer de mama metastático com expressão do Her2. O Her2 é uma proteína tumoral que confere ao tumor uma grande agressividade”, afirma Pedrini, acrescentando ainda que o Kadcyla é a primeira droga com este mecanismo de ação no mundo.

Câncer de mama no Brasil

O câncer de mama representa, atualmente, 2,5% das mortes femininas no país. A previsão divulgada pelo Ministério da Saúde sobre os avanços da doença em 2014 é de que serão 57.120 novos casos. De acordo com uma pesquisa da Datafolha, em parceria com a Oncoguia, o câncer de mama é o terceiro tipo de tumor mais frequente no país.

Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, grande parte dos óbitos ocorre por falta de informação, já que poderia ter diagnosticado precocemente o tumor realizando a mamografia, aumentando assim as chances de cura.

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Jovem que descobriu câncer terminal aos 23 anos, cria ONG para conscientização

Através de sua ONG, Coppa Feel, ela luta para mostrar que a doença não atinge apenas mulheres e busca conscientizar jovens sobre o problema.

Foto: Reprodução

Em meio a dias comuns da rotina de uma jovem de 23 anos, o dia de uma notícia determinante eternizou-se na memória de Kriss Hallenga. “O dia estava lindo. Eu consigo lembrar exatamente o que eu estava vestindo, essa minissaia com meia calça. Minha mãe disse que era curta demais, mas mesmo assim eu vesti. O médico entrou na pequena sala, e de uma maneira nada direta, disse que eu tinha câncer de mama”, lembra. Uma semana depois do diagnóstico os exames mostraram que o câncer havia se espalhado para sua coluna dorsal. Isso foi há 5 anos.”Eu tinha câncer em estágio 4, e não existe estágio 5. Eu sei que os remédios podem parar de funcionar a qualquer momento, por isso, até lá, eu quero viver intensamente.” Jane, a mãe dela, diz: “isso foi o fim da inocência dela”.

Kris diz que nunca vai saber se estaria livre do câncer de mama se tivesse sido diagnosticada mais cedo. Desde o primeiro diagnóstico o câncer já havia se espalhado para a pélvis, fígado e quadril, e ela também tem um tumor no cérebro. Ela vai ao hospital todo mês, faz ultrassonografia a cada três meses, e toma uma variedade de medicamentos para ajudar a retardar a expansão da doença. “Quando fui diagnosticada, eu li que a minha expectativa de vida seria de apenas de dois a três anos. Graças ao tratamento, eu estou aqui cinco anos depois, assim como o meu câncer”, conta.

Foto: Reprodução

Além de combater o próprio câncer, Hallenga decidiu iniciar uma luta para conscientizar jovens, em escolas e festivais de música, sobre a importância do diagnóstico precoce. Ela está determinada a fazer com que outras jovens sejam treinadas a perceber os primeiros sinais da doença e examinar suas mamas regularmente. Apesar de o risco de contrair a doença aumentar de acordo com a idade, alguns estudos sugerem que tipos de câncer de mama diagnosticados em mulheres jovens podem ser mais agressivos. Quanto mais cedo o diagnóstico, menores são as chances que o câncer terá de se espalhar para outras áreas do corpo.

Hallenga tornou-se uma voz de conforto para outras jovens mulheres que também receberam o diagnóstico tardiamente. A família dela, no entanto, deseja apenas que ela tenha tempo de descansar. Segundo Hallenga, não existe folga quando se vive com câncer avançado e que, no entanto, ela aproveita tudo o que a vida lhe oferece. No seu twitter ela diz que gostaria de ser descrita como alguém que está “simplesmente vivendo” e completa: “o câncer me deu uma vida e um sentido para o que faço com ela.” A irmã dela diz: “Ela é essa supermulher tentando salvar vidas e tentando combater esse câncer”.

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Com informações de BBC.

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Mulheres arremessam sutiã, em Paris, para alertar sobre câncer de mama

Com um cenário charmoso, abrangendo a torre Eiffel ao fundo, elas dançaram e atiraram o sutiã para cima.

Foto: Reprodução

Dezenas de mulheres – e alguns homens- participaram de um evento realizado por ONG para chamar atenção à prevenção e tratamento do câncer de mama, neste último domingo, dia 16. Tudo aconteceu na Praça Trocadero, em Paris.

Esta é a 5ª edição do evento batizado de Primavera e Arremesso de Sutiã da Pink Bra, organização sem fins lucrativos que o promove anualmente. A ação contou com a participação de dançarinas burlescas, que se apresentaram de lingerie e participaram do arremesso.

Foto: Reprodução

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